The other side of Phil Collins

phill-collins

Ontem, por aqui Peter Gabriel e de certa forma o Genesis. hoje, ainda pela trilha do grupo progressivo, o seu baterista bate o ponto: Phill Collins. Após um período fraco, Collins larga a bateria e a percussão roqueira e parte para um projeto que não deixa de seu mi giro em sua carreira: jazz. A The Phil Collins Big Band abraça esse novo caminho com alegria e muito divertimento. O mérito é o de não fazer de A hot night in Paris, disco que gravaram ao vivo, um trabalho revolucionário. Longe disso. talvez seja a razão de muito estranhamento entre os seus admiradores desde os tempos do Genesis, mas ele consegue uma levada descontraída e feliz. Entre as canções há espaço até mesmo para “Invisible touch” assinada por ele, Tony Banks e Mike Rutherford entre outras da banda. É um disco muito bom de se ter por perto. E Phil é talentoso o suficiente para ser ousado.