Fotografia: Caminhando por Florença (Walking through Florence)

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Fotos: Chronosfer. Caminhar. Conhecer. Sentir os músculos queimarem. Olhar o tudo possível. Viver esse tudo. Florença. A História caminha junto. E o cotidiano também. Os dias são assim. Assim é a vida. Caminhar por Florença, uma vida inteira.

To know. Feel the muscles burn. Look at everything possible. Live all this. Florence. History walks together. And everyday too. The days are like this. That’s life. Walking through Florence, a lifetime.

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Fotografia: Janela de avião (Airplane window)

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Fotos: Chronosfer. A chegada a Puerto Montt, sul do Chile, reserva ao olhar um presente: o Lago Llanquihue. E os pequenos vilarejos/cidades que habitam suas margens ( Puerto Octay, Frutillar, Puerto Varas). Da janela do avião, os registros. Por vezes, como na primeira foto, demasiado em ruídos, ou nas outras as manchas dos vidros sujos. todavia, o olhar não pode ceder a isso. Tem que viver. tem que capturar e passar adiante. A vida nunca é estática. E voar, oferece às retinas vida.

The arrival to Puerto Montt, southern Chile, reserve when looking at this one: Lake Llanquihue. And the small villages / towns that inhabit its banks (Puerto Octay, Frutillar, Puerto Varas). From the airplane window, the records. Sometimes, as in the first picture, too much noise, or in the other the stains of dirty glasses. yet the look can not yield to it. You have to live. have to capture and pass on. Life is never static. And fly, offers retinas life.

 

 

Fotografia: O tempo das folhas (The time of the leaves)

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Fotos: Chronosfer. As folhas das árvores cumprem o seu destino. O seu tempo. Renovam. Vivem. Abrem caminhos. E no cinza do seu tempo, o  olhar cristaliza no próprio tempo: também é o nosso renovar.

The leaves of the trees fulfill their destiny. Its time. Renovate They live. They open paths. And in the gray of his time, the gaze crystallizes in the same time: it is also our renewal.

Fotografia: Olhar, sentir e viver, apenas (Look, feel & live, only)

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Fotos: Chronosfer. Patagônia, Argentina e Vulcão Osorno, Chile. A simplicidade da natureza é transformadora. Convice com as diferenças. Com a diversidade. Acolle. Há nela os extremos em harmonia. Montanha, neve, o verde exuberante das matas, as nuvens acariciando os topos nevados. O  silêncio da vida e o silêncio na vida. Ainda não aprendemos a ser harmônicos com a natureza. Ela olha, sente e vive. Nós, nem sempre.

Patagonia, Argentina and Osorno Volcano, Chile. The simplicity of nature is transformative. Concive with the differences. With diversity. Acolle. There is in it the extremes in harmony. Mountain, snow, the lush green of the woods, the clouds caressing the snowy tops. The silence of life and the silence in life. We have not yet learned to be harmonious with nature. She looks, feels and lives. We do not always.

Fotografia: A natureza, apenas (Nature, only)

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Fotos: Chronosfer. Cambará do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil. A natureza é assim, repleta de mistérios, de beleza, segredos, revelações, diálogos, ensinamentos e respostas. Vive a cada instante. Sobrevive à humanidade. E olha esse viver dando à vida sentido e significado.

Cambará do Sul, Rio Grande do Sul, Brazil. Nature is like that, full of mysteries, beauty, secrets, revelations, dialogues, teachings and answers. Live every moment. Survive humanity. And look at this life giving life meaning and meaning.

Fotografia: Grafismos e superação (Graphics and overcoming)

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Fotos: Chronosfer. As linhas traçadas no chão podem ser as mesmas linhas que temos nas mãos. Podem ser destino. Podem ser caminhos. Podem ser alívio. Podem ser superação. São almas esses riscos brancos. Os cortes nas fotos não têm edição. São expressão da superação do olhar e seus limites. E é quando olhamos que descobrimos que limites só os tem quem não tenta a superação. O verdadeiro vencedor não apenas quem chega em primeiro lugar, mas quem vai até o fim.

The lines drawn on the floor may be the same lines we have on our hands. They can be destiny. They can be paths. Can be relief. They can be overrun. These are white hazards. The cuts in the photos have no editing. They are an expression of the overcoming of the gaze and its limits. And it is when we look that we discover that limits only those who do not try to overcome.The true winner not only comes first, but who goes to the end.