Fotografia: Fim do dia – passado/presente/futuro

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Fotos: Chronosfer. As fotos foram feitas em dias diferentes, sempre no mesmo lugar. Antes de um temporal (1), às vezes de acordo com o nível de poluição e nebulosidade (2 e 3 ), e um pôr do sol como acontece todos os dias. Passado aqui, presente por onde passa, futuro onde amanhecer.

Judy Collins sings Lennon & McCartney

Judy Collins

Judy Collins é presença sempre bem-vinda neste Chronos. A capa acima já esteve em um post com suas canções da dupla beatle, de Bob Dylan e Leonard Cohen. Trazer de volta não tem o sentido de repetir. A cantora folk é doce em suas interpretações, há um sentimento de paz em cada uma das músicas. E hoje, dia especial, Judy é quem faz a homenagem a todas as mães, as que partiram e as que estão entre nós.

 

 

Fotografia: Um tempo para viver a vida

O meu abraço a todos, pela vida, pela paz, pela compreensão, por um horizonte sem fronteiras e todos convivendo em harmonia, cada um com suas convicções.

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Leia um livro. Receba novos olhares e leituras.

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Escreva no espaço vazio. Poema, texto, conto. Não importa o que, apenas escreva o sente e deseja.

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Depois, sente com a gente, tome um café. Estamos todos juntos. Em paz.

 

Fotos: Chronosfer. Pelas paredes de Montevidéu.

Poesia: Breve e Inacabado I

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febril
perdeu a hora
mas não esqueceu a corda

febril
perdeu a corda
dentro da hora, os ossos

febril
perdeu a voz
dentro do silêncio, os estilhaços

febril
perdeu os ossos
dentro dos estilhaços, a memória

 

Publicado em fevereiro de 2015. Para os novos leitores deste Chronos.

Foto: Chronosfer

Poesia: Uaíma

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Este Chronos é uma viagem de ida, sem “tempo” para voltar. Quem sabe, dentro do Chronos não existe o tempo. E esse sempre ir é a palavra e quando ela está ausente – aqui isso é comum – a música assume o posto. É a expressão do Chronos, que vive neste espaço…..de tempo. Então, o Darlan do https://uaima.wordpress.com, das  Minas Geraes com a palavra. Com a sensibilidade daquelas montanhas e do imaginário das esquinas neste destino de ir. Com a música que sei, talvez meu único idioma, volto para o abraço, sensibilizado em busca de uma tempestade de mais palavras. Obrigado, meu amigo.

O intento do viajante é ir, porque ir é o melhor remédio 

mas é certo que o trajeto a ser cumprido pelo passageiro
não pode ser de todo contado – pelo fato de que bons
e maus imprevistos acontecem quando se vai ao distante
horizonte, às terras do Nunca, avisos em idiomas nunca sentidos
na pele, e assim, no íntimo do viajor vão as alegrias mais sãs
mesmo se numa noite fria num banco de ferroviária, um banho
gelado num banheiro 2×2, uma tempestade, um acidente ou
algo como o que se passou no conto La autopista del Sur (Cortázar),
sim, é preciso ir, trocar de roupa como as cobras, de déu em déu
descobrir certos infernos, descobrir ou esquecer o céu.

(Darlan M Cunha)