Fotografia: Formas do olhar (Ways of looking)

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Fotos: Chronosfer. Um simples desenho recortado em formas diferentes em uma pequena cerca instiga o olhar. O tempo cravado na madeira, suas marcas, as formas revelando o outro lado da vida, o verde da natureza, um quê de concreto da civilização, outro quê de sentimentos humanos. São as formas que falam. Os olhos olham e se deixam molhar por outro tempo.

A simple drawing trimmed in different shapes on a small fence instigates the look. The time embedded in the wood, its marks, the forms revealing the other side of life, the green of nature, a concrete thing of civilization, another of human feelings. These are the forms that speak. The eyes look and allow themselves to be wet for another time.

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Fotografia: Este amigo chamado tempo (This friend called time)

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Fotos: Chronosfer. Contêineres contam e guardam histórias do tempo. Ali, encostados à beira das horas, testemunham os minutos e os segundos se transformarem. Conhecem o sol e a lua. Conhecem os passos de quem vive a vida das ruas. E depois, em silêncio, revelam em seu seu corpo esta passagem do tempo.

Containers tell and save time stories. There, leaning against the hour, witness the minutes and seconds become. They know the sun and the moon. They know the footsteps of those who live street life. And then, in silence, reveal in your body this passage of time.

Fotografia: Minimalismo e um café para quem atravessar a teia de aranha (Minimalism and a coffee foe anyone who crosses the spider´s web)

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Fotos: Chronosfer. O olhar distraído não olha. Vive e sente o momento. uma luz apagada em meio a um parede silenciosa ou o desafio de atravessar a teia de aranha e toma uma xícara de café. Vamos ao café?

The distracted look does not look. Live and feel the moment. a dim light in the middle of a silent wall or the challenge of crossing the spider’s web and drinking a cup of coffee. Let’s go to the coffee?

Fotografia: Um tempo para descansar, uma pausa para o dia a dia (A time to rest, a break for the day to day)

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Foto: Chronosfer. Uns dias fora, uns dias de descanso. Pouco tempo. É um bate e volta. dia 10 estarei postando de novo. (não irei fazer  nada, sem fotografia, sem internet, sem quase nada, apenas um livro, um bloco de papel e uma caneta). a vida é assim: simples e rica em sua simplicidade. até breve.

Some days off, a few days off. Shortly. It’s a bang and back. on the 10th I’ll be posting again. (I will not do anything, without photography, without internet, with almost nothing, just a book, a pad of paper and a pen). life is like this: simple and rich in its simplicity. see you later.

Fotografia: História do tempo (History of time)

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Fotos: Chronosfer. O caminhar pelo tempo mais que viver, mais que olhar o que passou e oque ainda é, é um caminhar por nós mesmos. As marcas, visíveis ou não, se instalam em nossos olhos, percorrem outros caminhos, passam pelo coração e chegam a alma. E nela, o tempo revela seus segredos. Nem sempre escutamos.

Walking through time rather than living, rather than looking at what has passed and what is still, is a walk on our own. The marks, visible or not, settle in our eyes, travel other paths, pass through the heart and reach the soul. And in it, time reveals its secrets. We do not always listen.

 

Fotografia: A solidão da cidade (The loneliness of the city)

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Fotos: Chronosfer. O cinza da cidade é uma marca. De algum dia, de algum tempo, de um momento. Faz visita vez por outra, aparece na escada solitária em uma parede, no reflexos de copos atrás das grades (será uma metáfora dos dias de hoje?), nas ruas desertas. É nesta solidão que meu coração habita e percorre seus caminhos.

The city’s gray is a mark. Someday, some time, a moment. You visit once in a while, enjoy the solitary staircase on a wall, the reflections of glasses behind the bars (will it be a metaphor of the present day?), In the deserted streets. It is in this solitude that my heart dwells and walks its paths.

Fotografia: No campamento da tradição (In the tradition camp)

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Fotos: Chronosfer. Setembro é mês dos gaúchos do Rio Grande do Sul. revolução Farroupilha, tradições, o fogo de chão, a churrasco, a pinga, as danças, o acordeon, os violões. No acampamento, o encontro. Todos os anos um tempo passado se torna cada vez mais presente. É quando nos descobrimos em amor pelo que nos contam da nossa história e da ainda iremos construir.

September is the month of the gauchos of Rio Grande do Sul. Farroupilha revolution, traditions, the ground fire, the barbecue, the drip, the dances, the accordion, the guitars. In the camp, the meeting. Every year a past time becomes more and more present. It is when we discover ourselves in love for what we are told about our history and about what we will still build.