Fotografia: Imagens (Images)

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Fotos: Chronosfer. Os olhos acompanham o simples, o que o cotidiano oferta sem avisos, apenas acontece. O céu limpo, uma árvore desfocada, um filhote de pássaro passeando pela janela, o temporal chegando, o bem-te-vi olhando nos olhos e o pôr do sol abraçado pela floresta. O cotiano, o simples, a vida como ela é.

The eyes follow the simple, what the daily offer without warning, just happens. The clear sky, a blurred tree, a bird’s nest walking by the window, the storm coming, the good looking you in the eyes and the sunset embraced by the forest. The cotyano, the simple, the life as it is.

Fotografia: Errar é humano e como cometo erros (To err is human and how I make mistakes)

Gosto de experimentar abertura, velocidade, Iso, enfim, os recursos que uma câmera oferece. Dias desses, como sempre em minha janela, não lembro o que experimentava para saber o resultado, quando aparece um pássaro que ainda não havia pousado nas árvores do meu prédio. Sem perder uma única fração do tempo comecei a fotografar. Foram poucas fotos. Logo, ele alçou seu voo e fiquei olhando os galhos onde estava. Ao olhar as fotografias, bom, eu esquecera de regular a câmera ao estado normal e elas ficaram como estão logo abaixo, repleta de erros. Errar é humano, e eu também erro e muito. Mais uma lição para um velho profissional.

I like to experience openness, speed, Iso, in short, the features that a camera offers. These days, as always in my window, I do not remember what I tried to know the result, when a bird appears that had not yet landed in the trees of my building. Without missing a single fraction of the time, I began to photograph. There were few photos. Soon, he lifted his flight and stared at the branches where he was. When looking at the photographs, well, I had forgotten to regulate the camera to the normal state and they were as they are below, full of errors. To err is human, and I mistake too much. One more lesson for an old pro.

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Fotos: Chronosfer. Erros: Chronosfer.

Photos: Chronosfer. Errors: Chronosfer.

Post nº 1000, Eddie Vedder & A paz esteja com todos (Post # 1000, Eddie Vedder & Peace Be With Everyone)

Adão

A estatística marca no número de posts 1000. Logo pensei, são as quatro estações que passaram por este Chronos. A cada 250 posts, uma delas se instalava e habitava cada espaço e depois cedia o lugar para a próxima. Assim, o verão, o outono, o inverno e a primavera cumpriram seus ciclos. E o Chronos voou dentro e fora destes ciclos. Viveu com rara intensidade e em especial aprendeu muito. Ciclos acabam e começam. Hoje, esqueço a estatística, é um número. Desejo ser e estar com cada um que por aqui passa e também deixa uma parte sua. A paz esteja com todos, sem exceção. Muito obrigado.

The statistic marks the number of 1000 posts. Soon I thought, it’s the four seasons that went through this Chronos. Every 250 posts, one of them installed and inhabited each space and then gave way to the next. Thus summer, autumn, winter, and spring have fulfilled their cycles. And Chronos flew in and out of these cycles. Lived with rare intensity and especially learned a lot. Cycles are over and begin. Today, I forget the statistic, it’s a number. I wish to be and to be with each one that passes here and also leaves a part of you. Peace be with all, without exception. Thank you so much.

Foto: Internet.

Fotografia: Perdido em Siena (Lost in Siena)

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Fotos: Chronosfer. Há muito tempo, aqui em Porto Alegre, em um bairro nobre apenas olhava os prédios e suas janelas vazias, ruas desertas, guaritas de segurança nas esquinas. Pouco depois, em um bairro popular, as janelas repletas de roupas para secar, janelas abertas, movimento, comércio, pessoas. Ali, me encontrei. Ali, a vida fez sentido. Em Siena, o tempo todo foi assim, com pessoas, movimento, vida, janelas abertas, roupas ao vento. Tudo se fez. Perdido? Sim, de humanismo da cidade e de seu povo. Experimentei o gosto da alegria e da felicidade.

Long ago, here in Porto Alegre, in a noble neighborhood, I just looked at the buildings and their empty windows, deserted streets, security guards at the corners. Shortly after, in a popular neighborhood, windows full of clothes to dry, windows open, movement, commerce, people. There I found myself. Life made sense there. In Siena, the whole time was like that, with people, movement, life, open windows, clothes in the wind. Everything was done. Lost? Yes, the humanism of the city and its people. I tasted the taste of joy and happiness.

Zélia Duncan & Jaques Morelenbaum: Invento + (Interpretam Milton Nascimento)

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Pode parecer estranho. Apenas voz e violoncelo. Invento + não se limita a um único instrumento e uma única voz. Zélia atravessa oceanos com as canções de Milton. Jaques é uma orquestra a cada acorde. O disco abraça tanto e com tanta força que se você não apertar o repeat vai se arrepender. Passam pelas faixas do pequeno disco músicas como “Caxangá”, “Travessia”, “Ponta de areia”, “Canção amiga”, “Beijo partido”, “Mistério” e “O que será”. nem todas com a assinatura de Bituca, mas “apropriadas” por ele. tem “O que foi feito devera” e “Volver a los 17”. Um universo inteiro e mais outros tantos. Um entrelaçamento perfeito e sensível entre voz e instrumento. Zélia e Jaques cometeram o disco de 2017 no Brasil.

It may seem strange. Only voice and cello. Invention + is not limited to a single instrument and a single voice. Zélia crosses oceans with the songs of Milton. Jaques is an orchestra with each chord. The disc hugs so much and with such force that if you do not hit the repeat you will regret it. “Caxangá”, “Travessia”, “Ponta de areia”, “Song amigo”, “Kiss party”, “Mystery” and “What will it be” go through the tracks of the small disco. not all with Bituca’s signature, but “appropriated” by him. has “What was done should” and “Return to 17”. A whole universe and many others. A perfect and sensitive interlacing between voice and instrument. Zélia and Jaques committed the 2017 album in Brazil.


 

Fotografia: O passado sempre presente (The ever present past)

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Fotos: Chronosfer. O presente é sempre passado, ou o passado está sempre presente? Sei apenas que olho os tempos e a névoa cobre minha memória. E o futuro?

Is the present always past, or is the past always present? I only know that I look at the times and the mist covers my memory. And the future?

Fotografia: A materialidade abstrata (The abstract materiality)

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Ondas

Fotos: Chronosfer. A água reflete o abstrato da materialidade. Ganha outras formas. Outros sentidos. Outros significados. O olhar sente. Vibra. Acolhe. E descobre. Viver é um infinito de descobertas.

Water reflects the abstract of materiality. Gets other shapes. Other senses. Other meanings. The look feels. Vibrate Welcome. And find out. Living is an infinity of discoveries.

Fotografia: Caminhando por Florença (Walking through Florence)

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Fotos: Chronosfer. Caminhar. Conhecer. Sentir os músculos queimarem. Olhar o tudo possível. Viver esse tudo. Florença. A História caminha junto. E o cotidiano também. Os dias são assim. Assim é a vida. Caminhar por Florença, uma vida inteira.

To know. Feel the muscles burn. Look at everything possible. Live all this. Florence. History walks together. And everyday too. The days are like this. That’s life. Walking through Florence, a lifetime.

Fotografia: Dúvida: E agora, qual o meu destino? (Doubt: And now, what is my destiny?)

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Foto: Chronosfer. Férias próximas, dias de voltar à estrada ou aos ares. Viajar é preciso. Qual o destino?

Next vacation, days back to the road or the air. Traveling is necessary. What is the destination?

Fotografia: Olhar disperso (Scattered look)

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Fotos: Chronosfer. O olhar percorre caminhos. Vive o momento, vive o tempo. Às vezes, dispersa. Olha o infinito, olha o que está a um palmo de distância, olha para si mesmo. É neste movimento contínuo que a vida se revela. Em todos os tempos e verbos.

The gaze traverses paths. Live the moment, live the time. Sometimes scattered. Look at the infinite, look what is a handful away, look at yourself. It is in this continuous movement that life is revealed. At all times and verbs.