Fotografia: Praga em p&b (Prague on b&w)

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Fotos: Chronosfer. Praga.

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Ficção (Fiction)

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I

No presente, o agora, dentro do círculo, é a saída.

II

Por ser larva, o voo é um ciclo. Por não ser larva, a palavra é o voo.

 I

In the present, the now, within the circle, is the output.

II

Because it is larva, the flight is a cycle. Because it is not larva, the word is flight.

Foto: Chronosfer.

Fotografia: O olhar também é patrimônio (The look is also patrimony)

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Fotos: Chronosfer. O olhar cristaliza o tempo. E o tempo além de ser cada um, é também o que construímos, o podemos olhar. É o que somos. O patrimônio da vida e do tempo passam pelo olhar. Nosso olhar.

The look crystallizes time. And the time beyond being each, is also what we build, we can look at. It is what we are. The patrimony of life and time passes by the gaze. Our look.

Fotografia: As estações do olhar (The seasons of the look)

Dia a Dia

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Fotos: Chronosfer. Não há mistério nas estações. Nem no olhar. Cada um em seu tempo marcam encontro. Com todo o amor das suas retinas. E da palavra escrita no silêncio desta distância que transforma dia após dia margem e água na estação dos olhos. E do sonho. Viver é preciso.

There is no mystery in the seasons. Not even in the look. Each in his time appointment. With all the love of your retinas. And the word written in the silence of this distance that changes day after day margin and water in the season of the eyes. And the dream. Living is accurate.

Fotografia: A vida dentro do olhar (The life inside the look)

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Fotos: Chronosfer. A história dentro do olhar se faz por outros olhares. pela história, pela natureza, pelo sentimento. Assim, se faz o olhar da história. Vida. (Desculpe não estar acompanhando, espero resolver os problemas do pc, que apagou de vez, e me socorro de um velho notebook que a a todo instante perde a conexão.)

The story within the gaze is made by other glances. by history, by nature, by feeling. Thus, one looks at history. Life. (Sorry I’m not following up, I hope to solve the problems of the pc, which has gone out of the way, and help me from an old notebook that a loses the connection every time.)

Chronosfer: Fim (Chronosfer: The end)

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Há sempre o tempo, aquele, sabe, cuja passagem é definitiva. E existe o nosso tempo. E sobre ele nada decidimos se não que o seguimos ou acompanhamos até o fim. Sem filosofia. É da vida e do tempo. O quanto eu ainda tenho, não sei nem quero saber. O Chronos sim, ele sabe. É hoje. Há varias razões e nenhuma. Apenas, o fim. Deixo uma imagem para mim significativa e para este Chronos uma espécie de símbolo: uma parede ferida pela ação do tempo, colorida. Representa o que fomos, o que somos e o que poderemos ser. Repeti várias vezes aqui. É a última. O espaço ficará aberto. Como sempre foi. Não faço despedida, não é necessário, continuamos juntos. Continuarei seguindo a todos e sempre que possível lendo os seus posts, alimento das minhas manhãs com a trilha do canto dos pássaros. Sejam felizes e construam as suas próprias histórias,por dentro, não por fora como o muro. Este é o tempo.

There is always time, the one, know, whose passage is final. And there is our time. And we decide nothing on it except that we follow it or follow it to the end. No philosophy. It is life and time. How much I still have, I do not know or want to know. Chronos, yes, he does. Is today. There are several reasons and none. Just the end. I leave an image for myself meaningful and for this Chronos a kind of symbol: a wall wounded by the action of time, colorful. It represents what we were, what we are and what we can be. I repeated several times here. It’s the last. The space will remain open. As always was. I do not say goodbye, it’s not necessary, we continue together. I will continue to follow you all and whenever possible reading your posts, food of my mornings with the trail of birds singing. Be happy and build your own stories,inside, not outwardly like the wall. This is the time.

Foto: Chronosfer.

Daughter: Not to disappear

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A melancolia é um manto em que algum dia todos nós nos cobrimos. Pouco importam os motivos, eles são colecionados e vividos ao longo dos nossos dias. Às vezes, uma simples palavra ou frase ou mesmo gesto pode desencadear a melancolia. Você dizer algo e escutar/ler que não acreditam em você, que você é exagerado ao demonstrar seu afeto ou reconhecer as qualidades de outra pessoa. A melancolia se entranha nessa simplicidade e se instala muitas vezes por longo tempo. É dessa melancolia que a matéria prima sonora do Daughter se vale. Seu segundo disco Not to disappear está mais amadurecido em suas base eletrônicas e os acompanhamentos básicos de guitarra, baixo e bateria. É na voz suave, por vezes levando às costas essa melancolia, que Elena Tonra faz com cada canção uma história não necessária de …melancolia. Você não precisa se sentir sozinho no deserto ao escutá-los. O trio é talentoso, remete seus sons para outros infinitos e a música flui. Os sentimentos também. Afinal, o que vale é o que você sente.

Melancholy is a mantle in which someday we all cover ourselves. No matter the motives, they are collected and lived throughout our days. Sometimes a simple word or phrase or even gesture can trigger the melancholy. You say something and listen / read that do not believe you, that you are exaggerated in showing your affection or recognizing the qualities of another person. Melancholy fits into this simplicity and installs itself often for a long time. It is from this melancholy that Daughter’s raw material is worth it. His second album Not to disappear is more matured in its electronic base and the basic accompaniments of guitar, bass and drums. It is in the soft voice, sometimes taking back that melancholy, that Elena Tonra makes with each song an unnecessary story of … melancholy. You do not have to feel alone in the desert listening to them. The trio is talented, remits their sounds to infinite others and the music flows. Feelings too. After all, what you’re worth is what you feel.