Miniconto: Fragmentos do destino (Fragments of destiny)

Montevideu 3 (2)

Das cinzas, o sol; da madeira, as veias; dos ossos, a pele; da vida, o exílio; do Tempo, o tempo; do talho, o destino coagulado. Dentro, a noite adentro.

From the ashes, the sun; the wood, the veins; of bones, skin; of life, exile; of Time, time; in the cut, the coagulated destiny. Inside, the night inside.

Texto e foto: Chronosfer. Colonia de Sacramento, Uruguai.

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31 Respostas para “Miniconto: Fragmentos do destino (Fragments of destiny)

      • E quem é que lhe tirou esta certeza? rs
        Pois eu tenho a certeza de que você tem sensibilidade demais, para escrever o que quiser. 🙂
        Fico lindo!
        Outro abraço

      • pelo blog tem textos perdidos com o título de “miniconto”, se um dia você quiser perder um pouco de tempo. quem sabe, mais adiante, retorno à escrita. hoje, escrevo com a fotografia. abraços.

      • Quero muito tirar um tempinho pra ler com calma alguns blogs que admiro muito… o seu está entre eles. 🙂

        Tenho certeza de que irei gostar muito.
        Mas continue, então, a contar histórias com as belas imagens que fotografa. É um dom incrível este.

        Abraço

    • A parte histórica de Colônia passa essa sensação e é uma cidade maravilhosa à beira do Rio da Prata, bem portuguesa, linda, tranquila e de lá pode-se ir para Buenos Aires. Muito obrigado e domingo feliz para você. Meu abraço.

    • Um texto já bem antigo, do tempo em escrevia mais e fotografava menos, e aí está Colonia e bem ao fundo à esquerda de quem olha, uma pessoa despercebido, que eu chamaria Fotografia adentro. Muito obrigado pelas palavras. O meu abraço.

    • Muito obrigado, fico feliz. Há muito não escrevo, este já seus bons anos e hoje minha forma de “escrever” tem sido pela fotografia. E confesso que a vontade de escrever de novo está voltando. O meu abraço.

  1. Ainda estou digerindo o miniconto. Tentando perceber padrões ocultos… As razões… Tentando re-encontrar tudo aquilo que o tempo levou. Como o olhar vagueante que tenta descobrir o que se passa por trás das portas fechadas. E tal como ele, sempre sem sucesso. 🙂
    Fixe 🙂
    Abraços!

    • bom, ficção é sempre um viagem. o texto tem alguns anos de vida, já havia publicado aqui antes, mas com pouco acesso, por isso às vezes republico algumas coisas. a decisão é sempre do leitor em tudo. fico feliz que tenha lido e pensado sobre. o meu abraço, Eduardo.

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