Fotografia: Pelas ruas e vitrines de Gramado

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Fotos: Chronosfer. Caminhar por uma cidade também é encontrar bonecos atraindo turistas, cartazes chamando a atenção, flores e cachorros adotando visitantes. A vida com outras nuances. Sobretudo, o bom humor.

Fotografia: Enquadramentos

Vamos seguir por Montevidéu. Ontem, entre as foto, uma do prédio da Antel, companhia de comunicação instalada na capital uruguaia. Hoje, o mesmo complexo de prédios visto por outros enquadramentos, em sua arquitetura moderna.

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Fotos: Chronosfer.

Fotografia: Pelas ruas de Montevidéu

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Fotos: Chronosfer. Montevidéu, Uruguai. Um simples caminhar, os mercados aqui e ali espalhado pelas “calles”, os prédios modernos, os antigos e seus reflexos por dentro de suas almas, as casas dos bairros, as tradições.A vida pulsa em Montevidéu.

Yamandu Costa & Alessandro Penezzi: Quebranto

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É o dito popular que assegura: deu certo então deu samba. Bom, Yamandu Costa e Alessandro Penezzi são virtuoses do violão. Encontraram-se, firmaram amizades, começaram a tocar, a compor e assim depois de algum tempo um completando canções do outro, o outro do um, ou um fazendo o segundo violão do primeiro e o primeiro do segundo, que as 13 faixas de Quebranto se materializaram. E você vai perguntar: “Deu samba?” Muito mais, as faixas acolheram serestas, choro, chamamés, valsas, estilos e ritmos que estão por aqui, em nossa latino américa bem brasileira e com influências do flamenco e da cultura cigana. Um disco singular, daqueles que em um dia de extremo frio como o de hoje você o escuta com a xícara de café na mão sentindo o calor da vida aquecer todos os seus sentidos.

Fotografia: Pelos arquivos esquecidos

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Fotos: Chronosfer. O imaginário se alimenta de imagens. Algumas, simples, como uma janela, a luz e uma pequena sombra no bairro La Boca em Buenos Aires.  Talvez, uma manhã fria e de névoa no inverno em Porto Alegre. A obra de arte das construções das Missões Jesuíticas pelo lado de Missiones, Argentina. Ou, ainda, o reflexo do barco junto ao mercado público de Rio Grande, onde lá está um anúncio de venda e criação de peixes. A vida como ela é. E no imaginário.

Lal & Mike Waterson: Bright Phoebus

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Bright Phoebus vem de muito longe. 1972. O tempo correu, parou, seguiu, o novo mescla com o passado, e assim caminha a musicalidade. Lal & Mike Waterson são de estirpe folk. Sem concessões. valorizam os vocais, são seguidos por guitarras acústicas tão fulminantes quanto doces. A vida também flui pelas letras. A vida comum, a de dores, tristezas, alegrias, solidão, arrependimentos, bebida. A vida como ela é. Um disco bucólico e belo. Um mergulho interior. Folk puro.