Fotografia: Molduras diversas

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Fotos: Chronosfer. As três primeiras fotos – 1 & 2 no Vaticano, 3 em Florença e 4 em Paris, sendo a 5 em Porto Alegre, são algumas experiências com molduras e efeito de foto antiga, procurando, sem mexer na foto, eliminar ou atenuar defeitos. Nos quadros parisienses (4), deixei a luz solar incidir diretamente neles e por fim, a lua (5) em diagonal com árvores desfocadas.

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Fotografia: Grafismo da natureza

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Fotos: Chronosfer. Árvores e seus galhos com suas folhas sempre surpreendem o olhar. Por vezes, minimalistas,seus aparentes galhos secos escondem o que por dentro germina. O lado de fora, o que nossos olhos alcançam, têm cores, foco, desfoque (foto 2) e muito para fazer o imaginário criar outras geminações. A natureza é vida e poesia em constante mutação.Como nós.

Fotografia: Pelas ruas e vitrines de Gramado

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Fotos: Chronosfer. Caminhar por uma cidade também é encontrar bonecos atraindo turistas, cartazes chamando a atenção, flores e cachorros adotando visitantes. A vida com outras nuances. Sobretudo, o bom humor.

Fotografia: Enquadramentos

Vamos seguir por Montevidéu. Ontem, entre as foto, uma do prédio da Antel, companhia de comunicação instalada na capital uruguaia. Hoje, o mesmo complexo de prédios visto por outros enquadramentos, em sua arquitetura moderna.

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Fotos: Chronosfer.

Fotografia: Pelas ruas de Montevidéu

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Fotos: Chronosfer. Montevidéu, Uruguai. Um simples caminhar, os mercados aqui e ali espalhado pelas “calles”, os prédios modernos, os antigos e seus reflexos por dentro de suas almas, as casas dos bairros, as tradições.A vida pulsa em Montevidéu.

Yamandu Costa & Alessandro Penezzi: Quebranto

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É o dito popular que assegura: deu certo então deu samba. Bom, Yamandu Costa e Alessandro Penezzi são virtuoses do violão. Encontraram-se, firmaram amizades, começaram a tocar, a compor e assim depois de algum tempo um completando canções do outro, o outro do um, ou um fazendo o segundo violão do primeiro e o primeiro do segundo, que as 13 faixas de Quebranto se materializaram. E você vai perguntar: “Deu samba?” Muito mais, as faixas acolheram serestas, choro, chamamés, valsas, estilos e ritmos que estão por aqui, em nossa latino américa bem brasileira e com influências do flamenco e da cultura cigana. Um disco singular, daqueles que em um dia de extremo frio como o de hoje você o escuta com a xícara de café na mão sentindo o calor da vida aquecer todos os seus sentidos.