Badfinger: Day after day

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Badfinger não foi apenas uma banda que lá pelos sessenta apareceu e Paul McCartney gostou e assinaram com a Apple, gravadora dos Beatles. Pete Ham, Tom Evans, Joey Molland, não exatamente desde o início, quando ainda eram chamados The Iveys, mostraram na virada para os setenta muita qualidade. Ainda no começo dos seus passos, abriram shows dos Yardbirds, The Who e Moody Blues. Muito peso, muita responsabilidade. O insucesso inicial foi uma lacuna preenchida por Paul e  sua composição “Come and get it”. Sucesso.  E então o Badfinger lança alguns discos que até hoje frequentam nossas memória e história (desculpem a rima). Porém, os anos passaram e dentro da hospedagem que a década de 70 oferecia, Ham desistiu de viver. O grupo seguiu até não suportar mais. Deixaram um legado para o rock/pop de canções emblemáticas como “Day after day”, “Baby blue” e “No matter what”. Participaram do mágico Concerto para Bangladesh, do extraordinário All Things Must Pass do George Harrison, que também os produziu e do primeiro “single” de Ringo Starr. Badfinger é um nome que sem dúvida é ainda uma referência de um tempo que aos poucos se afasta dentro do próprio tempo, mas que permanecem dentro de nós para sempre.

 

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