Paul McCartney: Pure

pure

Tenho lá minhas e muitas restrições ao caráter demasiado comercial de coletâneas e compilações embora reconheça nelas papel de relevância em muitos trabalhos e também como um painel, ainda que limitado, da obra do artista. Por óbvio, as regras são quebradas e exceções nascem. Madeleine Peyroux lançou não faz muito um belo álbum duplo com sua trajetória – está em algum lugar deste Chronos. E outros mais seguiram o mesmo caminho. Pure dp beatle Paul McCartney é a casa onde habitam seus registros de 1970 até 2015. não, não se trata de desapego. A passagem do tempo vai polindo arestas, ajustando aqui e ali algumas incompreensões datadas, mas sobretudo revela o que todo o mundo já sabe: Paul é um excelente compositor. está certo que em tantas canções, o autor de “Yesterday” e “Eleonor Ribgy”não aparece assim tão fácil. Estão presentes Linda, Wings, e um belo punhado de canções que abraçam não apenas esse tempo se não que nos que o acompanhamos também. Pure e Paul são parte indissociáveis de nossas vidas.

 

 

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