Lisa Hannigan, Glen Hansard, Marketa Irglova & Damien Rice

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Para Omram Daqneesh e todos os acreditam na vida sem nenhuma espécie ou forma de violência.

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Elvis Costello: North

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Elvis Costello, nome que alcança a sensibilidade, o talento e a ousadia com a mesma intensidade. Deu certa dinâmica ao rock ainda nos anos 70, derivou para outros gêneros sem deixar de lado suas virtudes, fez parcerias com Paul McCartney, gravou com Burt Bacharach um disco memorável, e segue com solos que mexem com nossas peles. North é um exercício pelo jazz, pelo tradicional, por um sutil pop-clássico elegante e com arranjos criativos. É Elvis Costello à vontade.

Belle & Sebastian: Write about love

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A Escócia tem no Belle & Sebastian uma referência para o índie folk e mais um ou outro gênero semelhante. Stuart Murdoch e Stuart David ainda na segunda metade dos anos 90, sob influência dos Smiths, se encontraram e as gravações demos também. Depois, agruparam-se outros instrumentistas e vocalistas, uma gravadora de mais peso, e discos bem densos e de muita riqueza musical. É, sem dúvida, um grupo diferente em seu melhor sentido, e com um horizonte ensolarado.

Supertramp: Live in Paris

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Os anos 70 foram bem preenchidos com bandas de primeiríssimo time. Entre elas, Supertramp. Bem verdade que o velho clichê que percorre a história da grande maioria dos artistas, o fracasso chegou primeiro. Depois, o reconhecimento. Richard Davies e Roger Hodgson sabem bem. Seus dois discos de 71 e 72 conheceram esse poço quase sem fundo. bons discos, mais assentados no rock progressivo e com viagens mais profundas, porém foi com Crime of the Century que o sucesso bateu em suas portas. E foi mantendo uma sólida estrutura musical, sempre em consonância com a guitarra de Hodgson e os teclados de Davies. Ao fim da década de 80, o fôlego começou a rarear e com a sentida falta de Rogre (1983), partindo para outros projetos. O Supertramp é um desses grupos que traz sempre harmonias que se entrelaçam com momentos do cotidiano e se insere tranquilo em nossos dias.

 

Carol Saboya, Fernanda Gonzaga, Cida Moreira, Marina de la Riva, Tatiana Parra

Sol. Domingo. As horas espicham nessa última metade do Inverno. Procuram se aproximar da Primavera. Às vezes, a névoa vem fazer visita, o frios se anima para logo depois ser abatido pelo primeiro raio solar. Domingo. Dia dos Pais. Música, para que essas horas se alonguem ainda mais.

Tom Petty & The Heartbreakers

Tom Petty

1976 foi o ano em que Tom Petty abraçou em definitivo a sua sonoridade. Compositor criativo e cheio de recursos, sempre teve ao seu alcance o folk/rock de Bob Dylan e mais ainda uma proximidade conceitual com os Byrds. Ainda que vá navegando pelos vários mares que a música dispõe, é nessa origem do bardo Mr. Zimmerman e nuances de David Crosby e Jim McGuinn que está a sua essência. Sem falra nas andanças com os Traveling Wilburys – Dylan, Roy Orbinson, Harroson & Jeff Lynnne -. No concerto feito em homenagem a George Harrison sua leitura para “I need you” é maravilhosa e sensível. Como seus trabalhos. Estão sempre em nossos mais profundos tecidos.

 

Foto: http://www.metamansion.com

Pink Floyd, Emerson, Lake & Palmer, Focus, Bee Gees & Fito Paez

Sexta feira. Manhã cinza, cheiro de chuva se espalhando pelas horas recém acordadas. E por dentro do frio, as veias de um fluxo contínuo de harmonias nos levam a tantos e muitos mundos ainda mais para dentro de nós mesmos.