Keane: Strangeland

 

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Os britânicos do Keane não são revolucionários. Fazem um rock alternativo palatável e por vezes ultrapassam os limites e criam canções que recepcionamos com entusiasmo. Talvez tenha sido até então – 2012 – o álbum que melhor sintetizou a relação entre a poesia, o lirismo com melodias mais complexas, valendo-se em especial do piano como instrumento protagonista. As críticas, divididas, acentuam suas nuances e variações, porém alertam que as doze canções do disco lançado não trazem nada de novo e para outros estão na chamada “zona de conforto”.  Se Strangeland acentua isso, por certo também apresenta passagens que podem ser classificadas como experimentais o que por só já é um feito. O Keane faz música sem medo, afinal sua bagagem de influências é invejável e diversificada: Beatles, Oasis, REM, Smiths, U2, Queen, Ramones, Paul Simon, e muito mais. Uma bagagem e tanto. E a textura musical? Bom, melhor é ouvir e juntar esses pontos todos.

 

 

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