The Decemberists: The king is dead

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Rótulos contemplam o que o mercado não consegue qualificar como gênero. Pelos menos, alguns deles atravessam fronteiras entre um e outro, criando outros gêneros e ingressando em universos sonoros senão novos ao menos com tonalidades que desafiam o arco-íris musical. E do próprio mercado. O The Decemberists está catalogado em cinco: indie rock, indie folk, folk rock, pos barroco e art pop. Quase escolha múltipla. Confesso que não marco nenhum delas, e prefiro ouvi-los em toda a sua plenitude, hummmmmm, folk. Feita a escolha, a sexta se estivesse na lista, e contradições à parte, está na mescla e variedade de instrumentos que o grupo mantém a sua fortaleza imune a ataques da mídia. Texturas bem definidas, violões afinados, vocais harmonizados, por vezes lembram, de longe, o R.E.M. E isso, não é por mero acaso. Peter Buck está em The king is dead. Outro ingrediente significativo está nas letras, que fogem do lugar comum e criam ambientes fantásticos e retratam de certa forma coisas do dia a dia de qualquer pessoa, de qualquer situação da vida. Em seu sétimo disco, o The King é o sexto, o The Decemberists marca presença no palco da música com a multiplicidade dos rótulos, porém com talento.

 

 

 

 

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