Rolling Stones: 1968 – 1972

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Muitos críticos consideram o período de 1968/1972 o melhor, o mais fértil dos Rolling Stones. Nesses anos, nasceram Beggars Banquet, Let it Bleed, Stick Fingers e Exile On Main St. Com detalhe importante: sem Brian Jones e com Mick Taylor na guitarra. Talvez sejam mesmo os melhores Stones. Para trás, Aftermath, Between the Buttons, The Rolling Stones mostram um grupo mais ácido, mais veloz, mais “opositor aos Beatles”, mais Rolling Stones. Todavia, com os quatro álbuns acima Mick Jagger, Keith Richards, Bill Wyman, Mick Taylor e Charlie Watts, com a “ajuda de amigos” como o sax de Bobby keys, o piano de Nick Hopkins e trompete de Jim Price, eles alcançaram uma espécie de o melhor dos melhor deles mesmo. Uma mistura fantástica de blues, rock & roll, soul, country, e o que mais pudesse aparecer, eles construíram sólidas bases musicais e composições onde, tal como um texto, há uma superfície, que continuou em relação ao início, a mesma, mas com substâncias e conteúdos novos. As guitarras mais aceleradas, as baladas mais acústicas, o blues mais visceral. Há um visível estado de hipnose em quem para e se debruça sobre estes trabalhos. Agora, próximo de mais uma vida de Jagger & Cia ao Brasil, visitar seus discos é uma pedida que vale o tempo. E como vale.

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