Heraldo do Monte: Cordas vivas, Cordas mágicas

Consertao-300

O pernambucano de Recife é um violonista que não conhece fronteiras. Desde o nordeste, onde suas raízes cresceram e deram muitos frutos, até os limites que geografia impõe, não ficou limitado a eles nem a ela. Como todo o começo, árduo, como toda a história, a partida para outros lugares. E foi em algum desses lugares, São Paulo para ser exato, que entra no Quarteto Novo. Com ele, Hermeto Pascoal, Théo de Barros e Airto Moreira. Um quarteto e tanto. As músicas? Mescla de todos os gêneros mas com uma base de raiz nordestina e muito jazz. Jazz com sotaque nordestino. Heraldo constrói uma carreira sólida e criativa. Não há trabalho com sua assinatura que não esteja envolto com o melhor da música. Um dos discos mais fantásticos que participa é ConSertão. Seus companheiros? Nada mais nada menos que Paulo Moura, Elomar e Arthur Moreira Lima, a mescla original e popular. Suas cordas são como seus discos, mágicas, vivas, iluminam ainda mais o dia, são estrelas quando a noite anoitece de vez. A magia de Heraldo amanhece e não impõe limite. É infinita.

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