k.d. Lang: Ingénue

kdlang

Poucos discos confessionais, autobiográficos têm a sensibilidade de Ingénue. depois de passar por Nashville, a meca do country, k.d. Lang volta-se para si mesma e grava um disco, embora datado de 1992, atemporal. Ainda que ali e aqui em algumas canções a steel guitar esteja presente, discreta é verdade, o tom é mais para dentro. Desafiador, o disco ingressa em outros terrenos ou faz com esses sejam lembrados como o tango, swing, longe ou mesmo um folk mais distante. Lang passava por período de assumir sua condição pessoal de vida, e verbalizou em suas canções o amor que sentia à época. Encontrou em Ben Mink um parceiro magnífico. O resultado é um trabalho de dez faixas emotivas, com interpretações profundas e revelações de sentimentos universais. A capa é outro ponto forte, desfocada, funciona como atração imediata além de uma expressão sincera e afetiva e comovente de k.d. Lang. Disco emblemático.

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