Ana Laíns, fado e muita poesia

Ana Laíns

Ana Laíns, nascida Ana Margarida Laíns da Silva Augusto, portuguesa de Tomar. Nome ligado ao fado e a música tradicional de Portugal, teve o início de “sua carreira” a pedido do pai ao cantar pela primeiro vez aos seis anos de idade. E cresceu escutando fados, músicas tradicionais, músicas. Até 1999, quando vence, em Lisboa, a Grande Noite do Fado. A partir de então, decide seguir carreira e passa a cantar na Europa e além mar, chegando às costas dos Estados Unidos. Com o produtor e diretor musical Diogo Clemente, grava seu primeiro disco Sentidos, que traz poemas de Florbela Espanca, Lídia Oliveira e Antônio Ramos Rosa e outros poetas. Isso em 2005. depois, o convite de Boy George para participar de “Amazing Grace” dá um novo impulso e ao chegar aos dez anos de carreira musical chega junto o segundo álbum: Quatro Caminhos. O trabalho contém, mais uma vez, o carimbo e as impressões digitais de Diogo Clemente. Junto, letra de sua autoria (“Não sou nascida do fado”), poemas de Rubén Darío, poeta uruguaio, e do brasileiro Carlos Drummond de Andrade. Há em sua linha de trabalho musical uma forte atração pela poesia, o que a enraíza, em coração e alma, não apenas em terras portuguesas mas a torna universal. Esse olhar, esse cantar múltiplo de Ana é um sopro renovado da vida. (Conheci Ana Laíns pelo http://www.brasildedentro.blogspot.com)




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