Fotografia: Praga, apenas olhar II (Prague, just look II)

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Fotos: Chronosfer. A arquitetura dialoga. Revela o que fomos, quem somos, o que poderemos ser. Em qualquer lugar. Ela questiona e responde. O seu silêncio é a sua espera por nós.

Architecture dialogues. It reveals what we were, who we are, what we can be. Anywhere. She questions and responds. Your silence is your waiting for us.

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Fotografia: Buenos Aires

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Fotos: Chronosfer. Buenos Aires, assim, com os olhos de olhar, uma parede e seus protestos, prédios que se misturam entre um e  outro, La Boca/San Telmo e “o violinista” no museu do Teatro Colón. Olhos de olhar, apenas.

Buenos Aires, thus, with the eyes to look, a wall and its protests, buildings that mix between one and the other, La Boca / San Telmo and “the violinist” in the museum of the Colón Theater. Eyes to look, only.

Paul McCartney, Sir

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The Beatles. Nos anos sessenta do início da minha adolescência, eles estavam presentes. E o passar do tempo em mim em nada modificou isso. Naqueles anos, havia uma ordem que eu imaginava ser a minha ordem: John, George e depois Paul e Ringo. Os vocais talvez indicassem que essa ou aquela canção não necessariamente seguia o Lennon&McCartney das assinaturas. E então, as minhas contradições apareciam: gostava das canções de Paul sem saber que eram de Paul. Claro, isso passados anos após o desfecho do quarteto. Levei quem sabe décadas para perceber que o beatle de verdade sempre foi Paul. Não consigo imaginar um show do tamanho dos que McCartney produz, com canções dos Beatles, feitos por Lennon ou Harrison. Não consigo imaginar John no piano e “Let it be” ou Harrison e “Eleonor Rigby”. Apenas não consigo imaginar. os quatro funcionavam juntos. E cada um com seu jeito de ser, de compor, de tocar, de cantar, de estarem juntos. Separados, John era ex-beatle, George também e Ringo muito próximo disso. Paul é o beatle. Ele toca e canta “Something” ao natural ou qualquer canção de John. parece que nada se quebra, é um beatle sendo beatle. E isso me comove. Levei tempo para entender. Hoje, Paul McCartney está em Porto Alegre. E posso dizer a ele, dentro do sonho, Sir Paul Mc Cartney, The Beatles.

The Beatles. In the sixties of early adolescence, they were present. And the passage of time in me did nothing to change that. In those years, there was an order that I imagined was my order: John, George, and then Paul and Ringo. The vocals might indicate that this or that song did not necessarily follow Lennon & McCartney’s signatures. And then, my contradictions appeared: I liked Paul’s songs without knowing they were Paul’s. Of course, this happens years after the quartet’s end. It took me decades to realize that the real Beatle was always Paul. I can not imagine a show the size of what McCartney produces, with Beatles songs, made by Lennon or Harrison. I can not imagine John at the piano and “Let it be” or Harrison and “Eleonor Rigby”. I just can not imagine. all four worked together. And each with his way of being, of composing, of playing, of singing, of being together. Separated, John was ex-beatle, George too, and Ringo very close to that. Paul is the beatle. He plays and sings “Something” to the natural or any song by John. it seems that nothing is broken, it is a beatle being beatle. And that moves me. I took time to understand. Today, Paul McCartney is in Porto Alegre. And I can tell him, in the dream, Sir Paul Mc Cartney, The Beatles.

Foto: http://newsmuz.com/news/2015/dom-gde-vyros-paul-mccartney-prodadut-na-aukcione-33601

David Tanenbaum plays Piazzolla: El Porteño

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A obra maiúscula e única de Astor Piazzolla sempre recebe visitas. Das mais variadas. Não existe um único gênero que não passe por seus tangos revolucionários com sabor de jazz. Quarteto de Cordas, rock, instrumental, folclore, clássico, e mesclas de instrumentos que tanto pode ser flauta e piano ou violino e violão, por exemplo. Os registros nem sempre acompanham a genialidade de Piazzolla e o tango parece se perder entre os novos arranjos. David Tanenbaum fez de El Porteño rigoroso, bem executado, e tocado com sentimento. Arranjadores que trabalharam com o mestre se fizeram presentes, instrumentos como o bandoneón e o violino tecem as tramas do disco. É um bom trabalho. Falta, no entanto, o algo mais. Aquele que faz o coração bater mais forte e o tango vibrar na nossa corrente sanguínea. Vale escutar? Sim, vale até porque Tanenbaum é um ótimo violonista.

The capital and unique work of Astor Piazzolla always receives visitors. Of the most varied. There is not a single genre that does not go through its revolutionary tangos with jazz flavor. Quartet of Strings, rock, instrumental, folk, classical, and mixtures of instruments that can be either flute and piano or violin and guitar, for example. The records do not always follow the genius of Piazzolla and the tango seems to be lost among the new arrangements. David Tanenbaum made El Porteño rigorous, well executed, and touched with feeling. Arrangers who worked with the master were present, instruments like the bandoneón and the violin weave the plots of the disc. It’s a good job. There is, however, something else. The one who makes the heart beat stronger and the tango vibrate in our bloodstream. Is it worth listening? Yes, it’s worth it because Tanenbaum is a great guitar player.

Fotografia: A simplicidade do olhar (The simplicity of the look)

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Fotos: Chronosfer. Pouco importa onde seja o lugar. basta olhar. basta sentir por dentro o que olhos olham. A vida pode ser apenas o olhar interiorizado de quem vive através das retinas. E fazer delas, a razão de viver.

It does not matter where the place is. just look. you just have to feel the inside of your eyes. Life can be only the interiorized look of those who live through the retinas. And make them the reason to live.

 

Fotografia: Antes do temporal, que não veio (Before the storm, which did not come)

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Fotos: Chronosfer. O anúncio de temporal cada minuto acompanhou os desenhos e cores do céu. Pinceladas da natureza. Obra de arte. O temporal não veio. E de repente, chegou o azul, recebendo os tons marinhos de fim de tarde. Aqui, apenas os desenhos que se modificavam a cada instante. O azul, ficou na memória.

The ad of the storm every minute followed the designs and colors of the sky. Brushstrokes of nature. Work of art. The storm did not come. And suddenly, the blue arrived, receiving the marine tones of late afternoon. Here, only the drawings that were modified every moment. The blue one stayed in the memory.